Everson Barbosa

Um jovem com propósitos

Archive for the ‘teologia’ Category

A igreja e os forcados

with 2 comments

A motivação para entrar em uma arena e correr de um touro pode ser discutível. Mas dê uma olhada nesse vídeo.

Encontrei ele no blog do Jorge, e a analogia que ele fez do corpo de Cristo (a Igreja) me levou a dar uma pesquisada sobre os Forcados, que pelo que entendi, é um outro tipo de categoria das touradas.

De acordo com a Wikipédia:

“Todos os anos dezenas de jovens procuram experimentar a aventura de pegar um toiro, por intermédio dos amigos ou familiares surgem nos treinos cheios de vontade de mostrar a sua valentia, têm um sonho, ser forcado.

É nos treinos e nas ferras que se começa a conhecer o potencial do futuro forcado. A destreza, a garra e o jeito surgem em bruto prontos para serem moldados pega após pega, aconselhar e corrigir é o papel do cabo perante os novos elementos.

A maneira como se inter relacionam é também um factor muito importante, para o Grupo ter êxito em praça, o colectivo tem de ser forte e o novo elemento tem de conhecer a filosofia do forcado para perante a adversidade conseguir reagir com confiança em si próprio e no Grupo.

Além dos treinos e das ferras, a formação dos novos forcados passa por grupos de escalões inferiores (juvenil, infantil e benjamim), onde o convívio, o lazer e a boa disposição são os factores importantes, mas sempre com o incentivo de os preparar para a nova actividade do Forcado Amador.”

Forcado

Essa relação grupo/corpo precisa estar firmada em nós, pois esse é o conceito de Cristianismo. Jesus deixou bem claro dizendo que o maior mandamento é o amor, seríamos conhecidos pelo amor e se amarmos ao próximo amamos a Deus. Falei no podcast anterior sobre isso, e volto a dizer: precisamos um do outro.

As feridas da igreja são grandes, mas não é na crítica abusiva e tantas vezes sem apontar soluções que elas irão cicatrizar. Mas na relação de convívio sincero e respeitável entre denominações que pregam o verdadeiro Evangelho, e na compaixão para com aqueles que estão distante da Verdade e da Vida poderemos ver o corpo (a igreja) mais saudável, ainda que não perfeito.

Written by eversonbarbosa

janeiro 29, 2009 at 12:32 pm

Publicado em igreja, teologia

Tagged with , , ,

Deus, o universo e minha aula

with 3 comments

Estou enrolando esse post a um bom tempo, e creio que chegou a hora de comentar sobre ele.

Cerca de um mês tive uma oportunidade incrível na aula de Metodologia da Pesquisa de falar abertamente de Deus.

Vamos partir do começo…

Essa matéria do meu curso (Comunicação SOcial – Hab. em Publicidade e Propaganda) tem por objetivo instigar os alunos a pesquisarem e aplicar métodos de pesquisa. O primeiro trabalho que tive foi justamente sobre o início das pesquisas, e meu grupo ganhou um tema curioso: Mistérios da ciência. Ou seja, tudo aquilo que a ciência ainda não pode explicar.

Como o trabalho de cada integrante do grupo não precisava seguir uma linha de raciocínio igual, achei uma oportunidade única pra falar de Deus, como algo que a ciência ainda não conseguiu explicar. Ótimo tema, porém como começar tudo isso? Que material pesquisar? Como passar essa apresentação para os colegas sem cair no crentês?

Como princípio, busquei algo de interesse geral da turma, e por isso me propus a pesquisar sobre cientistas, teoria do universo, física quantica…coisas tão distantes do meu mundo publicitário, mas muito proximas daquilo que creio e vivo.

Como resultado, apresentei um trabalho coeso, sem muitas divagações, mas com argumentos, principalmente baseado na refutação do livro Deus, um delírio de Richard Dawkins, que é um best seller internacional, e considerado como o grande trunfo atéista moderno. Mas é triste ler o livro e perceber um ateísmo fundamentalista, tão retógrado quanto a religião criticada pelo autor. Li tanto esse livro, quanto O delírio de Dawkins, que é uma resposta dos professores de Oxford (mesma universidade de Dawkins) ao autor ateu (no Dliver Blog tem uma interessante entrevista com o autor Alister McGrath) . Foi interessante também usar frases e o próprio testemunho de Cs Lewis, como um pensador inteligente e cristão.

É óbvio que falar sobre um tema assim não é fácil. Meu conhecimento nessa área ainda é muito superficial, porém meu maior receio não estava em apresentar corretamente, mas como os colegas e a professora iam se comportar com um tema assim. A primeira reação, logo ao abrir minha apresentação onde estava escrito Deus e a ciência, foi ver algumas caras de desaprovação, risadinhas, e ironias do tipo que estamos acostumados, porém sem muita intimidação encarei a “platéia”. Qual foi minha surpresa em notar a atenção deles e ver ali na frente não mais um crente chato, mas alguém que utiliza argumentos convincentes e inteligentes (não estou me achando!) pra falar de um tema tão complicado. Sai muito feliz da aula, por ver a aprovação da turma e dos próprios comentários da professora, que disse que a faculdade é um lugar muito dificil para se falar desse tema, por gerar muitos preconceitos e opiniões mal formadas. E o mais legal foi que deu o sinal para o intervalo e eu consegui falar um pouco mais (e quem já apresentou algo entre os periodos sabe como é dificil!). Sai naquela noite muito feliz por poder ter feito algo que sempre desejei fazer como universitário.

Por isso tenho plena certeza, e digo, se você busca ser um cristão relevante, alguém que seja mais do que um papagaio gospel, mas inteligente o suficiente pra argumentar e questionar, estude!!! Corra atrás, saiba que hoje as pessoas tem interesse de ver esse lado do cristianismo, não o cristianismo fundamentalista ou excentrico, mas aquele cristianismo saúdavel, puro e simples. Não sou um expert em teologia, e nem busco ser um pensador cristão, mas sei que se tenho a oportunidade de conhecer gente inteligente e que pensa além das 4 paredes da igreja e constroi relações entre o cristianismo e a cultura, sociedade e o comportamento que tanto nos influencia, tenho certeza que têm coisas boas para passar pro meu futuro.

—-

Se você sentiu interesse em ler o que apresentei no trabalho, clique abaixo, pois colei o resumo que fiz para entregar. A professora exigiu que tivesse relação com outros trabalhos apresentados por issso tem citações de outros textos.

Leia o resto deste post »

Written by eversonbarbosa

maio 13, 2008 at 12:38 am

Adoração não é música

with 5 comments

Acabei de chegar da igreja, e depois de uma semana que parece que passou voando aqui estou procurando uma leitura antes de assistir o filme Os Indomáveis, me deparo com esse belíssimo texto do Philip Yancey, que concordo com gênero, número, grau e mais qualquer outra coisa que tiver pra concordar.

Apreciem sem moderação ; ]

Philip Yancey – Uma reverência e um beijo – A verdeira adoração

A adoração verdadeira revela tanto a amizade quanto o temor a Deus

O cristianismo afirma um lugar único entre as religiões do mundo. Nossa fé fala de um Deus diante de quem os mais poderosos santos tiram os sapatos, curvam-se, rosto em terra, e arrependem-se no pó e na cinza. Ao mesmo tempo, ela afirma que um Deus que veio à terra, como um bebê, que mostrou carinhosa misericórdia para com as crianças e os fracos, que nos ensinou a chamá-lo de Aba, que amou e foi amado. Os teólogos dizem que Deus é transcendente e imanente. Deus inspira, ao mesmo tempo, respeito e amor, temor e amizade.

Para os mais modernos, no entanto, o sentimento de respeito surge com muita dificuldade. Domesticamos os anjos até transformá-los em brinquedos de pelúcia e ornamentos natalinos, fizemos cartões de São Pedro nos portões do céu, amansamos o fenômeno da Páscoa com coelhos desajeitados e substituímos o respeito dos pastores e dos magos por duendes fofinhos e um homem divertido vestido de vermelho. O Deus todo-poderoso ganhou apelidos, como ‘O Grande Cara’ e ‘O Homem Lá de Cima’.

Em fevereiro de 2005, esta revista publicou um artigo que trata de um assunto que me irrita. Qual foi o processo que levou a palavra adoração tornar-se sinônimo de música? Por muitos meses, minha igreja procurou um ‘pastor de adoração’ e houve um desfile de candidatos para uma audição, com seus violões e grupos vocais. Sim, alguns deles oraram: ‘Senhor, apenas o Senhor sabe, esteja verdadeiramente conosco esta noite e deixe-nos saber que está aqui’. Ninguém mostrou muito conhecimento de teologia e, seguramente, ninguém nos levou a sentir algo como respeito. Hoje, adoração significa preencher com barulho qualquer espaço de silêncio.

Saúdo o sentimento de celebração e alegria aparente em muitas músicas atuais. Ainda assim, espanta-me o que deixamos de lado quando tentamos reduzir a distância entre a criatura e o Criador, distância essa tão eloquentemente expressa por Jó, Isaías e os salmistas. João, o discípulo a quem Jesus amava, que reclinara a cabeça sobre Jesus, registrou, em Apocalipse, que caiu aos seus pés como morto, quando Jesus apareceu em toda sua glória.

O estilo de adoração oscila de cá para lá, como um pêndulo, do ortodoxo ao doukhobors, do anglicanismo aos quacres, do luteranismo ao moravianismo, de igrejas aprovadas e estabelecidas às igrejas contracultura emergentes; e, talvez, precisemos de um pouco das duas. Certa vez, Sören Kierkegaard disse que lidamos com a adoração como se o pastor e o coro fossem atores, e a congregação, a audiência, quando, em vez disso, Deus deveria ser a audiência; o pastor e o coro, os incitadores; e a congregação, os verdadeiros participantes. O que apresenta uma questão interessante: que tipo de música Deus prefere? Parece que temos muito tempo para aprender a resposta a essa pergunta, pois Apocalipse apresenta muitas cenas de criaturas adorando Deus por meio da música e da oração.

Abraham Heschel, eticista e escritor judeu, fez a seguinte observação: ‘Respeito, ao contrário do temor, não nos faz encolher diante do objeto de respeito, antes, leva-nos para perto dele’. Martinho Lutero disse que devemos orar com a reverência dirigida a Deus, e a ousadia, a um amigo.

Um líder de adoração, que causa um crescente impacto na música cristã, tenta manter em criativa tensão esses dois elementos de respeito e temor. Matt Redman, autor de canções como Heart of Worship [Coração de adoração], Better Is One Day [Um dia melhor] e Let My Words Be Few [Que minhas palavras sejam poucas], lidera o grupo Soul Survivor, que se reúne em grande armazém em Londres, Inglaterra. Certo ano, Redman e seu pastor, preocupados com o fato da música de adoração ter se tornado o foco dos músicos, em vez de Deus, deram um audacioso passo e eliminaram totalmente a música do culto de adoração. Após esse período de ‘jejum’, ele emergiu com uma nova compreensão de adoração.

Conforme declarou em uma entrevista no rádio:Adoração é mais bem resumida em Efésios 5.10, que afirma: ‘Aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor’. Se você falar sobre música, na verdade, quer fazer uma oferta que o agrade e, obviamente, ele não está preocupado com a música em si, o estilo ou se você toca no tempo certo e coisas assim. Quando você despeja seu coração na música e apóia isso com sua vida, esse, provavelmente, é um coração de adoração.

Um disco de Redman, lançado em 1998, chamado The Friendship and the Fear [A amizade e o temor], título retirado de um versículo de Salmos 25: ‘O Senhor confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança’ (v. 14).

Redman continua a explorar a região fronteiriça entre o respeito e o temor, pois a autêntica adoração engloba ambos. Essa é a resposta apropriada, quando o Deus santo faz um convite à intimidade para o ser humano imperfeito. No Antigo Testamento hebraico, a palavra original para adoração significava ‘curvar-se em reverência e submissão’. No Novo Testamento, a palavra grega mais usada para adoração significa ‘apresentar-se para beijar’. Entre esses dois significados — ou em uma combinação de ambos — encontra-se nosso melhor caminho para Deus.

Fonte: Cristianismo Criativo

Written by eversonbarbosa

maio 10, 2008 at 1:28 am

Caminhando rumo as promessas

with 4 comments

Acabei de voltar de uma caminhada no parque da cidade. Nesse meu último mês de férias decidi abandonar provisoriamente minha vida sedentária pra curtir um pouco o famoso Parque do Dick.

Além de ser bastante importante pra saúde, caminhar é bom pra pensar na vida, e nessa ida e vinda filosófica cheguei a conclusão mais que clichê que nossa vida é uma caminhada!

Junte isso ao conhecer o testemunho do Jeremy Camp que comentei nesse post, sobre caminhar pela fé e uma vontade de viver as promessas que Deus tem para mim.

Foi mais ou menos esses três assuntos que usei pra trazer uma mensagem para a igreja no domingo demanhã.

Se parar para pensar na vida como uma caminhada com Deus, será que conseguimos perceber as promessas de Deus realizadas em nós?

Quando trouxe essa mensagem, lembrei de tudo que está acontecendo na minha vida nas mais diversas áreas. coisas que nem tinha percebido mas que estão acontecendo e fazendo da minha vida muito diferente do que foi a um bom tempo atrás…ou falando em caminhada, alguns metros atrás.

A Bíblia em Rm 4:17-16 ensina que as promessas de Deus só surgem através da fé. É a fé que me faz caminhar, é a fé que me faz querer visualizar aquilo que está por vir mesmo eu ainda nem sabendo direito o que é.

Não foi um sermão do tipo ensinamento que passei pra igreja, porque sou muito jovem pra querer estar ensinando as pessoas a viverem, mas sim uma mensagem de encorajamento, de caminhar, de “curtir” as promessas de Deus em nossa vida.

Vale a pena caminhar com Deus, gostei muito do que li no blog do Paulo que vem bem ao encontro daquilo que sinto e quero viver na minha vida, saber que Deus tem o controle dos meus sonhos, projetos, relacionamentos, ministério, etc etc…basta eu caminhar e desfrutar dessa caminhada com Ele.

Walk On!!!!!

Written by eversonbarbosa

fevereiro 28, 2008 at 12:31 am

Passion – God of This City

with 4 comments

Lembro que conheci o Passion em 2006 quando escutei o cd How Great is Our God e achei toda aquela atmosfera de música de qualidade e letras edificantes a combinação de algo que buscava encontrar em termos de trabalho que pudesse me inspirar. Claro que depois disso fui procuar outros cds todos eles estão entre os meus preferidos, que passam desde o último Everything Glorious até alguns mais antigos mas tão bom como o One Day. E foi escutando as músicas que fui comprendendo que Passion não é uma reunião de “artistas gospel” mas sim um trabalho missional, que busca trabalhar de forma contemporânea o caráter de Cristo em jovens de todos os lugares do mundo.

Em janeiro do ano passado assisti a conferência pela internet em tempo real, me senti bem perto de tudo aquilo que acontecia mas fiquei bem triste em saber que não haveria gravação de um novo CD, mas por outro lado, foi anunciado que Passion começaria a fazer turnes regionais pelo EUA e conferencias ao redor do mundo, incluíndo nosso país! Tudo isso eu falei nesse antiguíssimo post que o Eduardo Mano complementou.

A boa notícia do momento é que será lançado do dia de fevereiro o novo cd chamado God of this city (Deus desta cidade) gravado durante uma dessas turnês regionais em Atlanta onde mais de 23.000 jovens fizeram barulho santo (alguém lembra da musica the Noise we Make?) junto com Chris Tomlin, David Crowder Band, Charlie Hall, Matt Redman, Christy Nockels e o novato mas talentossísimo Kristian Stanfill.

 As faixas do cd são:

Let God Arise – Chris Tomlin
You Are God – Charlie Hall
God Of This City – Chris Tomlin
O For A Thousand Tongues To Sing – David Crowder*Band
Hosanna – Christy Nockels
Sing Sing Sing – Chris Tomlin
Beautiful Jesus – Kristian Stanfill
Walk This World – Charlie Hall
We Shine – Steve Fee
God Of Our Yesterdays – Matt Redman
Glory Of It All – David Crowder*Band
Shine – Matt Redman
Dancing Generation – Matt Redman
Amazing Grace (My Chains Are Gone) – Chris Tomlin

Particularmente gostaria de mais músicas do David Crowder e menos do Chris Tomlin, mas já estou na expectativa pra escutar as músicas do Charlie Hall que foram tocadas no Passion 2007 e a versão de Hossana.

E já está confirmada as datas do Passion no Brasil, serão nos dias 23 e 24 de maio em São Paulo. Sinceramente, tenho muita vontade de ir e vou guardar um dinheiro até lá (e aproveitar que em maio faço aniversário) e quem sabe surge a oportunidade de conferir esse trabalho de perto. Fiquei sabendo das datas pelo blog do Sandro Baggio, se não for essas datas culpem ele…^^

Não conhece Passion?

Visite o 286 Generation (em inglês) onde você pode ver várias informações e escutar algumas músicas.

Quer alguns videos?

Charlie Hall – Marvelous Light (slow version)

Chris Tomlin – Amazing Grace
David Crowder Band – Here is our King

David Crowder Band – Oh the glory of it all

Kristian Stanfill – Jesus paid it all

Written by eversonbarbosa

janeiro 23, 2008 at 12:48 am

Porque eu admiro Perry Noble

with 4 comments

A figura ao lado é o pastor Perry Noble da igreja Newspring Church nos EUA. Acho motivador demais ler o seu blog, porque além de treinar o inglês eu noto um homem de visão, criativo e que consegue de  forma contemporânea e eficiente levar a mensagem do evangelho para o mundo pós-moderno que vivemos.

Em um dos seus primeiros posts do ano, ele mostra uma expectativa por ver o reino de Deus crescer. Você sabia que em 2050 o mundo terá cerca de 9 bilhões de pessoas?

E compartilho com ele que isso traz alegria, confusão e dor.

Alegria porque o evangelho poderá e deverá ser levado a uma quantidade enorme de pessoas, pois nunca houve um tempo como esse em que a população cresce e tem expectativa tão grande de vida.

Confusão porque ainda nao sabemos a forma com que Deus nos usará, apenas sabemos que Ele tem um plano e quer ver uma igreja que opere de maneira estratégica e global.

Dor (ou vergonha talvez..) porque algumas igrejas e pessoas não tem acordado para isso, pois enquanto a população mundial cresce as igrejas aparentam estar decrescendo e se tornando lugares como clubes onde as pessoas simplesmente conhecem as outras, evangelizando de forma sonolenta e apática.

Gosto desse tipo de mensagem, porque não são simples críticas, mas pastores como Perry Noble e escritores como Philip Yancey (apesar de ter gente falando besteira) mostram os erros mas apontam soluções. Basta aproveitarmos esses bons exemplos e mais do que refletir tomar posição de mudanças de conceitos e com uma metanóia total fazer e ser a diferença aonde estivermos.

Está pronto?

A propósito tenho outro post traduzido do Perry Noble – Iphone X Jesus.

Written by eversonbarbosa

janeiro 5, 2008 at 1:00 am

E quando chove o que acontece?

with 2 comments

Fui agraciado com o comentário (o unico nos meus três posts sobre fé..: C) do Wagner e vou colocar aqui:

E aí mano…

Cara, uma das coisas que fazemos sob pressão e que pode nos encrencar fortemente é: Criar expectativas de situações que não estão sob nosso controle.

Fé sem revelação pode “gerar” frustração” e decepção.

Se O Altíssimomo te “enviou”, enfia o pé na jaca e colhe os resultados…
Se não…

É só uma opinião valew?
Tá liberado para jogar fora, hehehe.”

Fico apavorado o quanto eu estou aprendendo na com a galera cristã que tem blogs. Estava planejando um post sobre esse assunto para a noite, mas me senti a vontade de escrever agora sobre quando algo que geramos com muita expectativa não acontece.

É notável que sou um cara que sente uma paixão muito grande pelo chamado de trabalhar com jovens, e sei que as vezes meus textos parecem um pouco exagerados. Pois bem, qual foi o resultado daquele planejamento de levar todo o pessoal para um parque aqui na cidade e lá falar sobre fé: choveu.

Por isso o comentário do Wagner tem bastante valor pra mim. Há coisas que estão fora do nosso controle, e realmente as vezes criamos expectativas que não se tornam realidade porém a razão é que Deus está sempre no controle. Comprender a soberania dele não é fácil em alguns momentos mas é necessário. Apesar da chuva que nos pegou desprevinido (e cheio de expectativa) foi muito bom o que aconteceu no grupo, a gente aprendeu um monte com as diversas passagens sobre fé e como os heróis da fé nos ensinam a viver as situações do cotidiano. Valeu muito a pena tudo o que aconteceu, e melhor ainda depois de ter encontrado esse comentário no blog.

Gosto daquela passagem de Daniel 3:17-18 quando o Rei Nabucodonosor (nome bonito dele né?) pergunta aos três jovens que seriam lançados na fornalha quem é o deus que o livraria das mãos dele, e a respsta de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foi: Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos ó rei, se não, fica sabendo, ó rei que não seviremos a teus deuses nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.

Encontro nessa passagem muita ajuda em momentos que gero expectativa demasiada em algo, pois reconheço que o controle é Dele e não meu.

Enfim, sigo caminhando e aprendendo em todo tipo de situação pois como um oleiro molda um vaso, assim Ele trabalha na minha vida. E espero que na sua também!

Written by eversonbarbosa

novembro 25, 2007 at 5:29 pm