Everson Barbosa

Um jovem com propósitos

Archive for the ‘cultura’ Category

J.J. Abrams e a caixa misteriosa

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Acontece anualmente a conferência TED, um evento que busca instigar os participantes através de palestras com o foco na inovação. A sigla TED quer dizer Technology, Entertainment and Design, então suas palestras são um prato cheio para os profissionais que trabalham diariamente com criatividade e inovação.

Existe um canal no Youtube chamado TedTalksPortuguese que disponibiliza as palestras do evento com legendas! Então não tem desculpa para não conhecer esse importante evento.

Quem me conhece sabe que sou mais um dos doidos por Lost, e quem já passou pelo palco da conferência foi J.J. Abrams, a mente insana por trás da série. Vou colocar aqui os dois vídeos em que ele fala sobre a importância do mistério para a série e para a cultura do entretenimento.

PARTE 1

PARTE 2




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Written by eversonbarbosa

março 13, 2009 at 11:11 am

Ao Magnífico

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U2 ao vivo no David Letterman tocando Magnificent, do novo álbum No line on Horizon

O Magnífico

Nasci
Eu nasci para estar com você
Neste espaço e tempo
Depois disso e já que eu não tinha a menor idéia
Só para quebrar a rima
Esta loucura pode deixar um coração negro e azul

Só o amor, só o amor pode deixar tal marca
Mas só o amor, só o amor pode curar tal cicatriz

Nasci
Eu nasci para cantar para você
Eu não tive uma escolha, mas para levantar você
E cantar qualquer canção que você queira
Eu dou de volta a você minha voz
Do útero meu primeiro choro, foi um alegre barulho …

Só o amor, só o amor pode deixar tal marca
Mas só o amor, só o amor pode curar tal cicatriz

Justificado até que nós morremos, você e eu glorificaremos
O Magnífico
Magnífico

Só o amor, só o amor pode deixar tal marca
Mas só o amor, só o amor une os nossos corações

Justificado até que morremos, você e eu glorificaremos
O Magnífico
Magnífico
Magnífico

Tradução Letras Terra


Written by eversonbarbosa

março 6, 2009 at 3:11 am

Publicado em cultura, Música

É meio cedo, mas já da pra ir pensando sobre o Natal

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Eu gosto do Natal. E apesar de concordar com todo o discurso que é feito que é uma data capitalista, onde só se vê shoppings lotados e pessoas frenéticas correndo para comprar algum presente pelo menos é uma boa data para discutir justamente sobre isso.

Como cristão, também é uma data perfeita para refletir de quão grande e surpreendente é o plano de Deus para a humanidade e mesmo sabendo que Jesus não nasceu exatamente no dia 25 de dezembro e que isso é uma mera convenção humana eu não to nem aí para esse tipo de discussão, mas sim para o sentido que o Natal pode proporcionar.

Ano passado preguei na igreja sobre o presente de Deus para nós, esse presente que pode ser maior do que qualquer coisa fútil que venhamos receber pois ele nasceu para ser eterno (apesar de que muitas vezes nos comportamos como crianças mimadas que pegam e largam Jesus de acordo com nossa conveniência) e compartilhado com os outros.

Como sei, por trabalhar na área, que as lojas já estão preparando material publicitário desde agora no começo de novembro pensei que da mesma forma já posso falar do Natal, mas de uma forma diferente mostrando as déias criativas (geralmenta das igrejas de fora do Brasil), alguns bons CDs e discussões interessantes na blogosfera, então fiquem ligados aqui no blog que vou estar falando sobre coisas interessantes que for encontrando.

E não esqueça, torne o sentido do Natal real para você e seu próximo.

=

Alguns posts que escrevi ano passado sobre o Natal:

Um mês para o Natal

O que escutar nesse Natal (1)

O que escutar nesse Natal (2)

O melhor presente não está em caixas (Mensagem)

Written by eversonbarbosa

novembro 11, 2008 at 11:38 am

Publicado em cultura, igreja, natal

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Frases do Calvin

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Criado por Bill Watterson, as tirinhas de Calvin e Haroldo são famosas mundialmente, e os diálogos do menino de seis anos com seu amigo imaginários são cheios de significado e misturam humor com uma boa dose de ironia e pensamento crítico. Dar risada e pensar é uma boa forma de começar a semana, por isso selecionei algumas delas:

“A infância é curta e a maturidade é eterna.”

“Se todas as coisas boas durassem para sempre, você saberia como são importantes?”

“Não sou burro, sou um depósito de informações inúteis”

“Eu tentei ser uma pessoa de cabeça aberta,… mas meu cérebro fugiu!”

“Nós devíamos consertar o nosso planeta antes de sairmos mexendo nos planetas dos outros”

“Oh, Divindade do entretenimento passivo, derramai sobre mim suas imagens conflitantes em velocidade tal que torne o raciocínio impossível.”
– Calvin, para uma televisão”

“O problema das pessoas é que elas são apenas humanas.”

“Sei lá, parece que quando as pessoas crescem, elas não fazem idéia do que seja legal.”

“Você sabe que vai odiar uma coisa quando não querem lhe dizer o que é!”

“Eu sou um líder natural! Sou do tipo que comanda! O problema é que ninguém quer ir pra onde eu quero levar…”

Calvin: “Mãe, você pode me levar de carro até a cidade?”
Mãe do Calvin: “Por que eu deveria levar você de carro, Calvin? Está um dia perfeito lá fora. Pra que você acha que as pessoas têm pés?”
Calvin: “Pra pisar no acelerador.”

Muito mais frases no Déposito do Calvin


Written by eversonbarbosa

novembro 10, 2008 at 11:12 am

Publicado em cultura, humor

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A mediocridade vicia

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Nos minhas twittadas pela web, recebi o convide do Whaner de ler os primeiros capítulos do próximo livro da W4 Editora (cansei de linkar por hoje….),  “Viciados em Mediocridade” escrito por Frank Schaeffer.

Antes mesmo de ler o livro, tinha discutido com o grupo de jovens sobre a relevância da arte no meio cristã, então a prévia do livro veio muito a acrescentar no assunto que estamos desenvolvendo nesse mês. Além disso escrevo aqui como agradecimento e deixo a indicação para os ótimos livros da W4.

Achar que nossos talentos se resumem a cantar na igreja músicas que todos estão cantando, ou fazer parte de um ministério é desmerecer o caráter criativo de Deus em nossas vidas, Schaeffer deixa isso bem claro na introdução do livro dizendo: “Portanto, criatividade não se trata de um detalhe sem importância para a vida cristã. Ao contrário, é algo essencial. O problema é que grande parte da igreja tem esquecido o quanto essa parte de nossa vida é importante. Ao agir dessa maneira, tem se tornado pobre e limitada na apreciação de si
mesma, de seus semelhantes e do próprio Deus”

A questão da arte deve ser apreciada pelos cristãos e não demonizada como temos visto por aí, mas deve se lembrar que isso já foi bem pior, meu pai conta histórias absurdas de pessoas regrando coisas que para nós são comum hoje como escutar música, assistir TV ou ir ao cinema em nome de uma santidade de fachada, o autor chama isso de pontos cegos da igreja. Os tempos mudam, mas a questão ainda é muito pertinente, por isso encorajo as pessoas que lêem esse blog a usar seu talento de uma forma relevante em nossa sociedade, demonstrando o aspecto criativo de nossa existência.

Vou colocar alguns trechos doprimeiro capítulo Criatividade e Beleza , sintam-se a vontade a comentar, discordar ou apoiar..ou qualquer coisa do gênero:

“As artes, as iniciativas culturais, a apreciação da beleza da criação de Deus e da criatividade humnna, esses dons criativos têm sido relegados em nossos dias a um canto qualquer de nossa consciência cristã. São completamente desprezados por muitos e ainda rotulados de não-cristãos e nada espirituais. Essa
deficiência tem sido a causa de muitos sentimentos de culpa desnecessários e de muitos frutos amargos, nos fazendo perder contato com o mundo que Deus criou, com a cultura na qual vivemos, e nos tornando inúteis nesse ambiente cultura.”

“Se a partir deste mundo ao nosso redor podemos aprender algo acerca do caráter de Deus, certamente é que ele é criativo e multifacetado. O interesse divino em beleza e em detalhes é inquestionável quando se olha para o mundo que criou à nossa volta, e as próprias pessoas em particular, como resultado de suahabilidade.”

“Por que faço questão de enfatizar esse aspecto criativo e diversificado do nosso Deus? Simplesmente porque como cristãos tudo aquilo que somos e fazemos se baseia em nosso Pai Celestial. Nosso valor supremo deriva do significado com o qual ele nos revestiu como portadores de sua imagem.”

“Eu repito: a arte, a expressão humana criativa e a apreciação do belo não precisam de nenhuma justificativa. A justificativa suprema é que elas chegam a nós como gracioso e benéfico da parte de Deus.”

Written by eversonbarbosa

setembro 16, 2008 at 12:20 am

Graça aos maltrapilhos

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Nessa bela tarde de domingo terminei de ler O Evangelho Maltrapilho de Brennan Manning. Livros como esse tem influenciado de forma muito positiva minha vida, assim como Maravilhosa Graça de Philip Yancey, o livro fala do amor de Deus dado aqueles que não merecem ele, justamente eu e você.

Mostrando que Jesus tinha uma queda radical por maltrapilhos, aquelas pessoas desprezadas pela sociedade, o livro nos convida para olhar a  vida de forma humilde, retirar qualquer máscara de ostentação, pois não passa de hipocresia, já que cremos que podemos chamar a atenção de Deus através daquilo que somos, e esquecemos que somos amados pelo que Ele é.

Assim como Yancey, Brennan Manning também tem uma história de vida interessante. O primeiro foi educado em um evangelho fundamentalista e preconceituoso, e encontrou na graça o sentido necessário para comprender o amor de Deus, já Manning foi um homem que lutou contra o alcoolismo e no livro compartilha algumas experiencias de como o amor de Deus foi suficiente e acolhedor para ajudá-lo.

Graça é um tema que não canso de estudar e buscar aprender mais, se é que um dia conseguirei comprender, e O evangelho maltrapilho é mais um daqueles livros que ficam na memória de quem já cansou de um evangelho superficial, mas busca um cristianismo autêntico, cada vez mais próximo com o ensinado pelo mestre de Nazaré.

Algumas frases que eu retirei do livro:

“Deus não é instável e nem caprichoso, não conhece épocas de mudanças. Tem um único posicionamento inflexível em relação a nós: Ele nos ama”

“A Igreja não é um museu para santos, mas um hospital para pecadores”

“Um santo não é alguem bom, mas alguém que experimenta a bondade de Deus”

“Conta a história de um pecador que foi impedido de ir a igreja e perguntou a Deus:

– Eles não me deixam entrar porque sou pecador.

Deus respondeu: -Do que você está reclmando? Eles também não me deixam entrar.”

Essas frases são só do primeiro capítulo.

Written by eversonbarbosa

junho 22, 2008 at 8:35 pm

Vivendo a sua natureza selvagem

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O bom de participar da comunidade blogueira é que acabo conhecendo coisas que passariam despercebidas por mim se ficasse apenas com a mídia de massa da internet (isso quer dizer, os portais), e quando falo em cinema náo tenho vergonha de dizer, que sou muito influenciado pelo que leio nos blogs. Os últimos filmes que vi, foram claramente influenciados por opiniões que li nesse espaço quase infinito. Dentre esses filmes se destaca Into the wild (Na natureza Selvagem), e devidamente influenciado pelo livreiro do Thiago.

Se eu resumisse a história em um jovem rico que abandona tudo em busca de uma aventura no Alasca isso lembraria filmes no melhor estilo Sessão da Tarde, porém esse é um modo simplório de ver Into the Wild. Eu resumiria em: um filme sobre liberdade.

O filme, dirigido por Sean Penn, é a adaptação de um livro baseado em uma história real, onde o Chris Maccandles, não enfrenta uma simples aventura, mas uma busca de sentido de vida.

Abandonar família, um futuro de sucesso e a própria identidade em razão da hipocresia reinante da sociedade fazem parte da temática abordada no filme. O filme é narrado pela irmã do personagem, e traz até uma narrativa um tanto quanto psicológica, e a história não segue uma ordem linear, pois intercala fatos de Alexander “Supertramp” (a nova identidade de Chris) no Alasca e os fatos e relações que ele vai construindo na estrada rumo ao seu objetivo, porém sempre sem se apegar a sentimentos e pessoas. É um filme com muitos diálogos, e um visual impressionante, com cenários belissimos, além da trilha sonora, composta por Eddie Vader com uma pegada folk de muito bom gosto.

As conclusões que Into the wild me levaram a pensar estão principalmente no sentido de liberdade. Afinal o que é liberdade? Estaria o personagem querendo ser livre ou fugindo? Em certos momentos a história lembra mais uma fuga, cheguei a esse pensamento devido a relação problemática de Chris com seus pais, e a falta de perdão que é muito bem retratada nos últimos momentos de vida dele.

Náo teria coragem de fazer uma aventura do tipo e partir para a Amazônia, como sugeriu o Thiago, mas também tenho vontade de ser livre. E isso não envolve uma aventura fora de casa, mas livre de orgulho, das decepções, da hipocresia, do comodismo, do lugar-comum, etc. Todos nós temos essa vontade de viver uma vida selvagem, e muitos encontram isso de formas diferentes, uns como Chris acham que a melhor solução é uma vida desapegada de tudo, outros mergulham em terapias, muitos encontram isso no hipnótico mundo das drogas, porém nem todos encontram sentido de vida.

Obviamente estou levando esse texto para uma temâtica cristã, porque refleti bastante sobre esse desapego que temos que ter diariamente, a necessidade de uma mudança real e principalmente com sentido. A conclusão do personagem principal sobre tudo o que viveu é soberba, não deixa de ser simples, porém profunda: “A felicidade só é real quando compartilhada”

Muitas outras conclusões podem ser tiradas do filme, e gostaria da opinião de quem já assistiu, penso em ver denovo e escrever novamente aqui, porém na dúvida, assista o filme (que já está disponível em DVD, penso até em comprar) e tire suas conclusões.

Trailer

Eddie Vader – Society

Sociedade
Ó, ela é um mistério para mim.
Nós temos uma ganância, com a qual temos que concordar
e você pensa que tem que querer mais do que precisa
até  ter tudo, não irá se libertar.

Sociedade, você é uma raça maluca.
Espero que não fique sozinha, sem mim.

Quando você quer mais do que tem, pensa que precisa…
e quando pensa mais do que quer, seus pensamentos começam a sangrar.
Eu penso que preciso achar um lugar maior…
porque quando você tem mais do que pensa, precisa de mais espaço.

Sociedade, você é uma raça maluca.
Espero que não fique sozinha, sem mim.
Sociedade, muito louca…

Espero que não fique sozinha, sem mim.

Existe aqueles que pensam que mais ou menos, menos é mais,
mais se menos é mais, como você marca os pontos?
Quer dizer que para cada ponto que faz, seu nível cai.
Como se estivesse començando do alto…
e você não pode fazer isso.

Sociedade, você é uma raça maluca.
Espero que não fique sozinha, sem mim.
Sociedade, muito louca…
Espero que não fique sozinha, sem mim.
Sociedade, me perdoe.
Espero que não esteja zangada, se eu discordar.
Sociedade, muito louca…
Espero que não fique sozinha…
sem mim.

Written by eversonbarbosa

maio 22, 2008 at 3:58 pm

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